Informações diversas e actuais de interesse a respeito da paróquia de LAGEOSA DO MONDEGO - Celorico da Beira, distrito da Guarda

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Para renascer da cinzas





A todos os que me acompanham, convido a entrar ao abrigo do arco da
aliança, para renascer das cinzas de uma vida poluída pelo ruído para o
fogo de uma vida apaixonada por Cristo. 




Santa Quaresma. Para que haja
Páscoa.

quinta-feira, agosto 25, 2011

Nomeações na Diocese da Guarda

Nomeações para o Ano Pastoral 2011-12






1. Rev.do Padre Manuel Freire Lobo Vaz Pato, Sacerdote Jesuita –  Pároco in solidum com Rev.do Padre Hermínio João Neves Vitorino, sendo  aquele moderador, da Paróquia de S. Pedro (Covilhã). Substitui nas  mesmas funções  o Rev.do Padre Francisco Salvador Cardoso Rodrigues, que  agora vai para novas responsabilidades fora de Portugal.






2. Rev.do Padre José Manuel Dias Figueiredo – Pároco da Paróquia de  Ninho do Açor. Agradecemos ao Rev.do Padre Rui Manuel Antunes Lourenço  as funções até agora desempenhadas assim como à Diocese de  Portalegre-Castelo Branco, onde está o seu Presbitério.






3. Rev.do Padre Rafael José Almeida Neves, sacerdote recém-ordenado –  Pároco de Santa Marinha (Arc. de Seia) e Aldeias, Mangualde da Serra,  Moimenta da Serra e Paços da Serra (Arc. de Gouveia). Substitui nestas  mesmas funções o Rev.do Padre Jorge Manuel Pinheiro Castela.






4. Rev.do Padre Jorge Manuel Pinheiro Castela – Pároco de Pinhel e  também de Ervedosa, Bogalhal, Azevo, Cidadelhe, Pereiro e Vale de  Madeira. Conta com a cooperação pastoral do Rev.do Diácono Manuel  Celestino Martins Neves. Substitui o Rev.do Padre António Luciano dos  Santos Costa, nas funções de administrador Paroquial até agora  desempenhadas.






5. Rev.do Padre António dos Santos Freire – Pároco de Alverca da  Beira, Bouça Cova e Cerejo; Souropires, Ervas Tenras e Póvoa d´El Rei.  Substitui o Rev.do Padre Celso Rocha Marques.






6. Rev.do Padre João André Gomes Marçalo, recém-ordenado sacerdote –  Pároco de Soito Maior e Falachos, substituindo o Rev.do Padre Joaquim  Mendes Castanheira; Cogula, Vale do Seixo, Vila Garcia, Moimentinha e  Granja, substituindo o Rev.do Padre Joaquim António Marques Duarte.






7. Rev.do Padre Vítor Manuel de Paiva Ramos – Pároco in solidum com o  Rev.do Padre José Manuel Martins de Almeida, sendo este moderador, das  Paróquias de Ratoeira, Vale d´Azares e Vila Boa do Mondego; Pároco in  solidum  com o Rev.do Padre Carlos Manuel Gomes Helena, sendo este o  moderador, das Paróquias de Cadafaz, Prados e Rapa. Passa a trabalhar no  cuidado pastoral das paróquias até agora confiadas ao Rev.do Padre  António dos Santos Freire.






8. Rev.do Padre Carlos Manuel Gomes Helena – Pároco da Paróquia de  Lageosa do Mondego, substituindo o Rev.do Padre António dos Santos  Freire.






9. Rev.do Padre José Luís dos santos Farinha, ligado por encardinação  aos Monges de Cister (comunidade do Sobrado) – Cooperador Pastoral na  Paróquia de S. Miguel da Guarda e demais Paróquias confiadas ao Rev.do  Padre António Carlos Marques Gonçalves.  






10- Rev.do Padre Valter Tiago Salcedas Duarte – Director  do  Departamento Diocesano da Catequese da Infância e Adolescência,  substituindo, nestas funções, o Rev.do Padre João António Gonçalves  Barroso.






11. Rev.dos Padres Joaquim Cardoso Pinheiro e Carlos Manuel Dionísio  de Sousa – respectivamente Director e Secretário da Direcção do  Institutto Superior de Teologia, sediado em Viseu e que serve as  Dioceses de Guarda, Viseu, Lamego e Bragança.






12. Rev.do Padre Paulo José Sequeira Figueiró – dispensado de  responsabilidades pastorais na nossa Diocese para ser nomeado pela  Conferência Episcopal Portuguesa Vice-Reitor do Colégio Português em  Roma.






13. Rev.do Padre Celso Rocha Marques – dispensado de  responsabilidades pastorais, nos próximos tempos, por razões de falta de  saúde.






14. Rev.do Diácono Manuel Joaquim Lopes Castela – Cooperador pastoral  nas capelanias do Hospital Sousa Martins e Estabelecimento Prisional da  Guarda, cessando as funções para que estava nomeado na Paróquia se S.  Miguel da Guarda e outras confiadas ao cuidado Pastoral do Rev.do Padre  António Carlos Marques Gonçalves.




Nota:
Agradeço a todos os que cessam funções o zelo e dedicação com que  exerceram o Ministério em benefício do bem comum das comunidades e dos  serviços que lhes estiveram pastoralmente confiados.
Peço a bênção de Deus para todos os que aceitaram os novos cargos para  que foram nomeados, desejando que os desempenhem na máxima fidelidade ao  Senhor e Único Pastor da Igreja.
Peço também aos fiéis e às comunidades que foram contemplados com novos  servidores do Evangelho que os recebam bem e com eles colaborem para que  o Reino de Deus cresça cada vez mais no meio de nós e no mundo em que  vivemos.
As tomadas de posse realizar-se-ão em dia a combinar entre os que iniciam funções e os que as cessam e também o Bispo Diocesano.
Procurar-se-á  que o acto da tomada de posse tenha a presidência do Bispo Diocesano ou de algum dos seus vigários.


Guarda e Paço Episcopal, 22 de Agosto de 2011 
+Manuel R. Felício, B. da Guarda

sexta-feira, abril 08, 2011

Alegro-me de não ter estado lá

Ao saber que Lázaro estava doente, Jesus, em vez de correr ao seu encontro para o curar, permanece por mais dois dias no local onde se encontrava. Parece não se incomodar muito nem dar muita importância ao facto. Depois, ao saber que Lazaro morreu, Jesus manifesta o seu contentamento: “alegro-me por não ter estado lá”.

Jesus surpreende-nos e desconcerta-nos, frequentemente, com as suas reacções! Neste caso concreto, como acreditar que Jesus era realmente amigo de Lazaro, de Marta e de Maria! Não estará Jesus a pôr em causa a amizade que o unia àquela família?!

Ao referir-se à doença de Lazaro, Jesus diz: “Essa doença é para que por ela seja glorificado o Filho do homem”. Por sua vez, ao referir a vantagem de não ter estado lá, Jesus, dirigindo-se aos discípulos, aponta um motivo importante: “por vossa causa … para que acrediteis”. Como entender as vantagens da doença e morte de Lazaro? Em que medida o facto de não ter chegado lá, antes de Lazaro morrer, pode ser mais apropriado para Jesus manifestar a sua glória e os seus discípulos acreditarem nele?
Jesus alegra-se por não ter estado lá para o curar, porque assim pode manifestar o seu poder divino, chamando-o da morte à vida. Ora, é, sem dúvida alguma, mais revelador do seu poder divino ressuscitar Lázaro do que restabelecer a sua saúde. E é muito mais importante para os homens que Ele possa ressuscitar os mortos do que curar os doentes.

“Alegro-me por não ter estado lá”. Se tivesse estado lá, não teria acontecido o diálogo, tão franco e tão revelador, entre Jesus e Marta. Através dele, Jesus apresenta-se como “a ressurreição e a vida”, o Senhor da vida e da morte, e garante que quem nele acredita nunca morrerá. Por Ele, os homens têm acesso à vida eterna de Deus.
Por sua vez, Marta tem a oportunidade de professar a sua fé em Jesus: “Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo”. A dor que sente pela morte do irmão não rouba a Marta a capacidade de ouvir nem a priva da sua lucidez. Pelo contrário, ela escuta e compreende as palavras e as razões de Jesus. Por isso, daquele diálogo sai mais esclarecida a sua fé e mais forte o seu amor por Jesus.

“Alegro-me por não ter estado lá”. Não tendo estado lá antes, quando parecia mais lógico e necessário que estivesse, Jesus tem a oportunidade de mostrar, de um modo ainda mais evidente e convincente, como era amigo daquela família e como era profundamente humano.

Na verdade, Jesus, ao ver “Maria chorar e vendo chorar também os judeus que vinham com ela, comoveu-se profundamente e perturbou-se”. E, depois, ao aproximar-se do local onde tinham colocado o corpo de Lázaro, “Jesus chorou”. Jesus comove-se e chora, porque é sensível à dor e às lágrimas dos familiares e amigos de Lázaro. Mas Jesus chora também porque era efectivamente muito amigo de Lázaro. Os próprios judeus o intuem e, por conseguinte, comentam com admiração: “vede como era seu amigo!”

Ainda bem que Jesus não estava lá! Assim, Ele pôde dar este extraordinário testemunho de amizade. Jesus, o Filho de Deus, que tem poder para ressuscitar Lázaro, mostra-se profunda e admiravelmente humano, chorando por Lázaro morto!

“Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido”. Estas são as palavras com que Marta e Maria, em separado, se dirigem a Jesus, quando se encontram com Ele, após a morte do irmão. Segundo elas, foi uma pena que Ele não tivesse chegado ante, a tempo de o curar, pois estão convictas de que Ele poderia ter evitado a sua morte.
Não tendo estado lá, na altura em que as duas irmãs julgavam que deveria estar, Jesus pôde revelar melhor a sua verdadeira identidade: revelou a sua divindade, ressuscitando Lazaro, e mostrou a sua humanidade, chorando por ele e comovendo-se com todos os que choravam. Além disso, e esse é o principal objectivo de Jesus, muitos, testemunhando o que Ele fez por Lázaro, acreditaram nele.

Muitas vezes censuramos Deus porque Ele, pensamos nós, não se encontra no lugar certo nem actua na hora certa, ou seja, Deus não está onde e quando é preciso nem actua segundo as nossas necessidades. Por vezes, ficamos com a impressão de que Deus não está do nosso lado nem age em nosso favor como seria de esperar do verdadeiro Deus. A história do Evangelho mostra que Deus, muito melhor do que nós, conhece o que nos faz falta e convém, para a nossa vida e para a nossa salvação. Ele, melhor do que nós, sabe qual é o momento certo para agir na vida do homem e em seu favor.

quarta-feira, abril 06, 2011

"O modo mais simples de ler o Evangelho é, muitas vezes, também o mais cientifico".

  Lucien Cerfaux