Depois de partirmos do Crato já com o estomago cheio passámos por IDANHA-A-VELHA e parámos para visitar a Catedral (infelizmente estava fechada por motivo de obras): "Desta freguesia nunca será tudo dito. A florescente cidade Romana documentada desde o ano 16 A.C. é das povoações mais antigas de Portugal. Falamos de uma verdadeira aldeia Museu, onde lendas e narrativas estão de constante mão dada com a história. Idanha-a-Velha ergue-se onde foi edificada a gloriosa cidade de Egitânia (com milhares de habitantes) e inúmeras vezes invadida e saqueada.
Aqui encontramos vestígios que remontam a diversos períodos, como: a Pré-História, Celtas, Classicismo Romano, Suevo, Visigótico, Árabe, Idade Média Portuguesa e construções do período Manuelino. Dos inúmeros percursos arqueológicos possíveis, destacamos a Sé Catedral, primitivamente construída sobre um Templo Paleocristão e posteriormente construída a primeira Catedral Visigótica edificada na Península Ibérica. No seu interior, podemos observar a maior colecção de epigrafia Romana da Europa, alguma vez encontrada num só lugar. Toda esta freguesia merece uma visita atenta, pois espreitam lições de história em todos os sentidos que o nosso olhar se debruce".
Chegámos finalmente a MONSANTO: "Terra de rara beleza, onde o granito e a força humana desempenham o papel principal, "Monte Santo" é o carismático baluarte da fronteira do Erges, tão valoroso que se dizia que "Quem conquista Monsanto, conquista o mundo".
Do seu passado prevalecem curiosas lendas e narrativas ligadas a invasões e assaltos à povoação. Logo à entrada, a Santa de pedra, dá-nos as boas-vindas à vila. Prosseguimos por um constante vertiginoso ziguezague em que as ruas estreitas deixam-nos antever deslumbrantes obras de arquitectura natural. Relembramos então, Saramago que em visita a Monsanto afirmou "Devemos entender o que há de pedra nas pessoas, descobrir o que das pessoas, descobrir o que das pessoas passou à pedra". Pela sua autenticidade, foi considerada em 1938, a aldeia mais portuguesa de Portugal com a atribuição do galo de prata, cuja réplica os Monsantinos exibem, orgulhosamente, no topo da Torre de Lucano. Actualmente, pelo rigor da conservação e exotismo dos seus recantos merece a designação de aldeia histórica". Para ainda pudermos ver o pôr
do sol, subimos em passo apressado ao Castelo. A vista era magnifica. É verdade que só alguns conseguiram chegar a tempo, mas para quem conseguiu,
certamente valeu a pena! Como já era lusco-fusco, regressámos rapidamente ao autocarro. Não sei se foi mais difícil subir (alguns não aguentaram a pedalada!) ou descer (só com ajuda)...
do sol, subimos em passo apressado ao Castelo. A vista era magnifica. É verdade que só alguns conseguiram chegar a tempo, mas para quem conseguiu,
certamente valeu a pena! Como já era lusco-fusco, regressámos rapidamente ao autocarro. Não sei se foi mais difícil subir (alguns não aguentaram a pedalada!) ou descer (só com ajuda)... Enfim, um dia bem passado...
Já há quem queira repetir. Ainda bem! Se aliarmos a vontade de ajudar a Igreja a algum passeio e lazer não há mal nenhum...
Já me esquecia, enfim, sempre angariámos 1.270 euros para as obras de restauro da Igreja.
... já perto do Crato, parámos numa pequena terra chamada Flor da Rosa onde visitamos a Igreja Paroquial e o Mosteiro medieval...























